Nossa "querida" Lei de Murphy ou Lei do Caos
"Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível".
Não, amigos. Não estou me preparando para saltar de um prédio de vinte andares, nem cortei os pulsos...A frase "positiva" com a qual iniciei o post é apenas uma amostra de como funciona a nossa tão querida Lei de Murphy. Sabe aquela história bem familiar que, quando você está INCRIVELMENTE atrasado, todos os ônibus passam na sua parada (até aqueles que não passam nunca), menos o seu? E que justamente naquele momento em que você PRECISA URGENTEMENTE enviar um arquivo, seu computador congela ou a Internet te deixa na mão...Aliás,acho que os computadores são regidos exclusivamente pela Lei de Murphy ou são obra do diabo (ha,ha,ha).E aquele objeto, que está sempre a vista, mas que no dia em que você PRECISA LOUCAMENTE dele, o dito cujo desaparece como por mágica?! Pois é, estamos à mercê dessa magnífica lei que nos enlouquece o cotidiano e que parece que tem o único objetivo de nos mostrar, da pior forma possível, o quão somos uns bobos pretensiosos e que não temos, em absoluto, o domínio da nossa própria vida...Bom, na maioria das vezes não temos mesmo o que fazer, só xingar, chorar, praguejar até cansar e...nos conformar. Aceitar que a nossa reles vidinha é como um apartamento no qual só mora homens (só os normais): sempre um caos. Nós então fazemos o papel da mãe coruja ou da faxineira de fim de semana, que tenta bravamente pôr ordem nas coisas, mas pouco tempo depois...a bagunça está lá...vencedora.
Hoje mesmo fui vítima do "acaso".Deixei um cheque de 200 contos dentro de um envelope, que eu tinha recebido no dia anterior de uma cliente (e que tinha tirado da bolsa e colocado em um saco, com medo de ser roubada, depois de assistir a última sessão de Cazuza e voltar pra casa andando, obviamente por falta de ônibus) e minha querida maezinha pensou que era lixo...e lugar de lixo é na lixeira, né? E lá se foi meu chequinho com saco, envelope e tudo...
Mas, pelo menos não foi um caso clássico (em que tudo sempre pode piorar e muito) e teve um final feliz. Minha cliente conseguiu sustar e vai me pagar novamente...mas, claro, vou ter que pagar as taxas. Murphy, filho de uma P...ainda tem humor...e negro, por sinal.
Beijos.
Escrito por Carol Medeiros às 22h57
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