A cada 6 anos...

Sabe aquelas amizades puras, baseadas simplesmente em gostos parecidos e afetos recíprocos? Pois é, tenho um amigo assim há mais de 12 anos. Na verdade, tenho mais de um, mas nenhum com as suas características.
Nos conhecemos no dia 04 de março de 1992, na praia de Búzios, e entre vários encontros e desencontros, a amizade se solidificou. A partir daí, nos acostumamos a passar anos sem nos ver, mas vez outra, naqueles dias mais improváveis,acontece: chega um e-mail, toca o telefone...e é ele.E aí sempre parece que nem um minuto se passou...
Hoje, não somos mais os meninos de antes, obviamente. O tempo passou e com ele trouxe família, responsabilidades...mas, a essência da nossa amizade continua a mesma. Há um carinho imenso, uma admiração velada e um respeito grande entre nós, que espero que nunca acabe.
Pois bem, após muito ensaiar, ele veio. Após 6 anos ele voltou ao meu apartamento, mesmo local que me visitou da última vez. Conversamos, almoçamos, colocamos os assuntos em dia e relembramos velhas canções, como nas tardes em que ia a sua casa, ainda menina, escutá-lo tocar o violão e cantar pra mim...Muito legal. Obrigada, amigo Arcésio, pela visita...mas, por favor, não demore mais 6 anos para voltar, tá bom?
Beijo grande.
Escrito por Carol Medeiros às 20h57
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Mais uma de mesa de bar...
Não tem jeito. Vocês lembram do meu segundo POST ("como não se cantar uma mulher"), em que eu falava que os homens não podiam ver duas mulheres numa mesa, que vinham logo encher o saco? Pois é...Naquele episódio, o rapaz arrependeu-se (Ronaldo Ferrara, lembram? Ha,ha,ha..) e este último, que eu vou contar agora,foi simplesmente hilário. Também me rendeu umas belas gargalhadas, além de uma lição. melhor,uma fórmula infalível de despistar os "Don Juans" de plantão. Estavamos, eu e uma amiga (a mesma do episódio anterior), num barzinho aqui perto de casa, tomando uma cervejinha básica, quando um bilhetinho (!!!) chega a nossa mesa. Era alguma coisa do tipo "liguem pra nós" e os telefones dos coitados (uns velhinhos, diga-se de passagem). Olhamos uma para a outras e resolvemos dar um golpe de misericórdia. Pedimos uma caneta ao garçom e respondemos assim: SOMOS NAMORADAS. NÃO ENCHAM MAIS O SACO. Depois disso não recebemos mais bilhetinhos e podemos terminar a nossa conversa e a cerveja em paz...no mais, só escutávamos o burburinho na mesa ao lado (a dos velhotes) e o som das nossas próprias gargalhadas. O que a gente não faz para despistar uns malas...
Escrito por Carol Medeiros às 15h59
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Só tem maluco...
Amante da internet, um chinês quer batizar seu filho de @ (arroba), símbolo que representa os endereços de e-mail. O cartório da cidade onde ele mora negou-se, porém, a aceitar o nome.
Um chinês está protestando junto ao governo de Pequim porque o cartório da cidade onde ele mora negou-se a aceitar o nome que ele quer colocar no filho: Wang @ (arroba), símbolo que representa endereços de e-mail.
O homem é apaixonado pela internet. Mas não é por essa razão que tomou a decisão. É porque, segundo ele, @, em chinês, soa de forma parecida com a expressão “Eu te amo”.
Os registros civis chineses, porém, não admitem que seus cidadãos tenham nomes com letras do alfabeto latino. Até mesmo os filhos de estrangeiros devem ser batizados com elegantes ideogramas .
O chinês não é o primeiro a cometer a excentricidade. Em fevereiro, o norte-americano Jon Blake Cusack, engenheiro louco por softwares, deu a seu primogênito o nome de Jon Blake Cusack 2.0. “Uma versão aprimorada do pai”, ele disse, na época.
Fonte: Agestado
Escrito por Carol Medeiros às 15h20
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
|